Domingo, 18 de setembro de 2011.
Saímos de Santana ás onze horas da manhã em direção à comunidade das Neves, e para variar, ninguém sabia onde ficava tal comunidade. Mas seguimos em frente. Passamos por estradas de decidas e subidas de ladeiras, fizemos uma pausa no pequeno riacho que encontramos e logo a alguns metros dali já era possível ver o tamanho da serra que tivemos que subir.
Foram quase duas horas só de ladeira! Mas pensam que desanimamos com isso? Jamais! Terminada aquela imensidão de ladeiras fomos abençoados com a vista de tantas serras que estavam a nossa frente. É como se estivéssemos pertinho do Céu! E de fato estávamos.
Pedalamos mais uns quilômetros e chegamos a humilde capela da comunidade das Neves, que fica na ponta da serra dando a quem passa uma bela visão dos montes à frente.
Conseguimos chegar cedo e as pessoas presentas já estavam prontos a nos receber com cantos de acolhida e boas vindas.
Logo a Igreja encheu de pessoas e
iniciamos nosso belo encontro ao som de violão, pandeiro e caracaxás. Saudando
o Deus da vida que vem nos ajudar para esse nosso encontro vir abençoar.
Como foi bela aquela tarde! A satisfação visível nos olhares das pessoas encantavam todos nós ali presentes. Teve momentos do encontro que o Espírito estava tão encarnado e presente naquele ambiente que chegava a nos arrepiar de tanta emoção.
Como foi bela aquela tarde! A satisfação visível nos olhares das pessoas encantavam todos nós ali presentes. Teve momentos do encontro que o Espírito estava tão encarnado e presente naquele ambiente que chegava a nos arrepiar de tanta emoção.
Como sempre, falamos da PJMP em
todos os seus aspectos e da importância da presença protagonista do jovem na
comunidade e na sociedade. Sem deixar de lado os valores herdados de pais e
mães que souberam construir uma história e também valorizando o novo que se
encontra a cada instante. Foi um encontro bastante acolhedor, participativo,
celebrativo e também um espaço bom de formação
Ao entardecer, na mística do “é
muito gostoso esse nosso aconchego”, agradecemos a comunidade pelo espaço
cedido a nós. E a direção da comunidade também nos agradeceu por tão belo
encontro realizado. Achou importante o nosso jeito de celebrar e as histórias
contadas. E pediu para que fossemos da próxima vez passar um dia, pois uma
tarde foi pouca para tanta informação.
Tudo aquilo que vivemos naquela
tarde, nos serviu de combustível para voltar para as nossas casas abastecidos
pelo Espírito Santo e comungados da partilha.
A viagem de volta foi alegre, dinâmica,
cheia de altas e mais altas ladeiras para descer. E teve gente que se empolgou
tanto que resolveu fazer a bicicleta adquirir velocidade de moto! E numa
ladeira que levamos quase duas horas para subir, esta ciclista gastou menos de
dois minutos para chegar ao término! Nossa! A coitada ficou com o coração na
garganta!
Paramos no riachinho que tem ali perto e fizemos um lanche. Chegamos a nossas casas ao anoitecer, cheios do encanto de ver pessoas animadas, jovens querendo se engajar e contemplados em ver o pôr do sol do alto das montanhas.
Paramos no riachinho que tem ali perto e fizemos um lanche. Chegamos a nossas casas ao anoitecer, cheios do encanto de ver pessoas animadas, jovens querendo se engajar e contemplados em ver o pôr do sol do alto das montanhas.
“É a juventude do Meio Popular!”